Fiocruz coloca RS em categoria de risco por doenças respiratórias

Fiocruz coloca RS em categoria de risco por doenças respiratórias
(Foto: Divulgação)

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em crescimento no Rio Grande do Sul. Diante da situação, o Estado entrou na categoria de risco. A informação consta no novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Conforme os pesquisadores, isso aponta que os casos respiratórios estão em patamares elevados. Em 7 de maio, a situação era de alerta. Porém, com o crescimento das notificações, o cenário mudou.

De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), 408 pessoas foram hospitalizadas devido a questões respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio – semana epidemiológica 19.

O boletim aponta que o vírus da Influenza A segue com maior circulação no território gaúcho, causando casos graves e hospitalizações. Também há incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).

O aumento de notificações ocorre em praticamente todos os Estados do país, com exceção de Rondônia. Entre as capitais, Porto Alegre também aparece com crescimento das doenças.

Até o momento, o Rio Grande do Sul já registrou 237 mortes por síndromes respiratórias. A vacina é a maneira mais eficaz de combate aos casos graves. O imunizante aplicado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é destinado para grupos prioritários e protege contra três cepas da influenza.

A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe, ressalta que diante da alta atividade dos vírus influenza A e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), é essencial que a população elegível esteja vacinada contra. Ainda, segundo ela, mesmo com a baixa circulação da Covid-19, também é importante que a população de risco esteja em dia com as doses de reforço desta vacina, já que o vírus ainda é uma causa importante de óbitos entre os idosos.

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Susi Cristo

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jornalismo@universallfm.com.br

Publicado em: 25/05/2026, 14:31